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TERRAS™ – Planeamento
Territorial Resiliente

Podemos apoiar a estruturação territorial do seu programa. Solicite uma reunião institucional.

Planeamento resiliente começa pela leitura do território: formas de relevo, água, uso do solo e ocupação.

O TERRAS™ estrutura o planeamento territorial resiliente, integrando geomorfologia, hidrologia, uso do solo e governação local.

Aplicamos esta lógica para produzir bases territoriais consistentes e instrumentos de decisão ajustados ao contexto.

No pilar Infra-estrutura, trabalhamos com MDE/MDT, ortofotos, camadas de ocupação e redes de drenagem.

No pilar Inteligência, produzimos interpretação territorial: unidades, corredores naturais, depressões, zonas críticas e implicações para uso do solo.

No pilar Programas, transformamos mapas em instrumentos: zonamento, prioridades, medidas por fases e protocolos de manutenção de dados.

A utilidade é particularmente relevante em contextos urbanos e em áreas costeiras e lacustres.

Privilegiamos soluções com coerência territorial: o que respeita drenagem natural, o que reduz exposição e o que melhora governação do uso do solo.

Planeamento, neste enquadramento, significa decidir onde intervir, onde proteger, onde reter água e onde não ocupar.

O que entregamos

  1. Diagnóstico territorial integrado e cartografia base;
  2. Ortofotos, modelos digitais, mapas 3D e derivados para planeamento;
  3. Zonamento de risco e recomendações de uso e ocupação;
  4. Identificação de hotspots e corredores naturais de água e erosão;
  5. Produtos SIG e relatórios para planos e projectos territoriais;
  6. Capacitação e protocolos de actualização territorial

Como trabalhamos

  1. Leitura do problema com foco territorial (processos e forma);
  2. Base de dados com padrões e metadados;
  3. Integração de drone e satélite para detalhe e actualização;
  4. Validação no terreno e com actores locais;
  5. Conversão em instrumentos (mapas-regra, planos, prioridades);
  6. Continuidade por ciclos (monitoria e revisão)

Para quem

Municípios e províncias; entidades de ordenamento; programas de urbanização resiliente; projectos costeiros e lacustres; parceiros de desenvolvimento com foco territorial.

 

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